segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Lesão muscular envolvendo o Externocleidomastoideo e Subescapular.




Pois é pessoal, na tarde de domingo, brincando com minha filha mais velha, senti uma ultra fisgada na região do pescoço e da escapula assim que a Maria Antonia pulou nas minhas costas. A princípio era uma dorzinha distante, lá no fundo, mas por experiência sabia que assim que "esfriasse" a dor aumentaria. Sabia que era algo a se preocupar.


Liguei para um ortopedista meu amigo que me examinou e fez um pré-diagnóstico que hoje pela manhã foi confirmado através de uma ressonância magnética.


Trata-se de uma lesão muscular de grau 2 em Externocleidomastoideo e Supraespinhal. Isso se resume em rupturas de fibras musculares brancas, que são funcionais em contrações rápidas. O Médico me disse que não era comum esta lesão envolver dois grupos musculares mas, que no meu caso, ocorreu uma reação em cadeia devido a uma violenta e rápida contração do Externocleidomastoideo que "puxou" consigo o Supraespinhal rompendo as fibras musculares. Coisa de gente forte (rsrsrsrs).


Aprendi, e isso foi uma informação muito valiosa e a dividirei com vocês: O dia do chinelinho (que compreende o dia de descanso), primordial para se manter a performance desportiva, no meu caso o domingo, não deve ser totalmente sedentário. O atleta deve caminhar ou correr em 40 ou 50% da sua capacidade aeróbica por 40 minutos, fazer exercícios de solo como flexões, alongamentos ou exercícios na bola para manter os músculos ativos. O que ocorre é que com o descanso sedentário o músculo "dorme" e acumula uma reserva de glicogênio muito grande e qualquer movimento gera uma resposta muscular explosiva e violenta devido ao "combustível" acumulado à "memória" da forma como ele está habituado a se contrair na prática dos exercícios.


Sendo assim vou rever meus conceitos do descanso dominical incluindo alguma atividade no cronograma.


Iniciarei hoje minha fisioterapia com onda ultrasonográfica e exercícios localizados para me recuperar. Como não poderia ser diferente, estabeleci uma meta: Quero recuperar em 5 dias. Está lançado o desafio.




sábado, 25 de setembro de 2010

A maldição da panfletagem.


Certas coisas me deixam indignado, uma delas é o ato deliberado da panfletagem. Sem considerar a época de campanha política onde os panfletos de diversas cores e tamanhos emporcalham as ruas e calçadas da cidade, no dia a dia os papéis com propagandas de empresas do comercio ocupam a maior fatia da poluição visual do município. Não contentes com isso os pobres entregadores entopem as caixas de correspondências, frestas de portões e parabrisas dos carros estacionados ao longo das ruas.

Falei recentemente com dois vereadores amigos meus, dando a ideia de se regulamentar o ato da panfletagem no município, taxando as empresas que optarem pelo marketing em questão registrando deste modo a empresa sob um numero que pudesse figurar no rodapé do panfleto indicando deste modo que esta empresa pagou uma determinada taxa à prefeitura para executar a propaganda. Nada mais justo, pois a limpeza pública deve atender a interesses coletívos, além do que, com a empresa registrada sob este numero, a mesma receberia as normativas sobre os padrões que deveriam ser atendidos: tamanho do papel (Algumas empresas distribuem à revelia verdadeiras "revistas" com diversas laudas, óbvio pagariam um valor maior que um panfletozinho), tipo de papel permitido para a panfletagem (você já tentou varrer um anuncio ou um "santinho" que está praticamente grudado na sua calçada? E o que falar do maldito papel que foi colocado no parabrisas do seu carro em um dia de chuva?) e sonhando mais alto, um papel biodegradável.

A verdade é que não sou dono da verdade, não cabe a mim e não detenho todos os parâmetros para propor um projeto de lei que atenda as exigências legais e burocráticas que são requeridas para que uma lei como esta não venha ferir os direitos das pessoas. Apresento aqui, e apresentei aos nobres vereadores, apenas o núcleo da ideia. Claro que a resposta foi a esperada: Pô Zé, idéia muito boa, vamos ver sim, cara.

E o resultado também fora o esperado: Não deu em nada...

Até entendo que uma pessoa que é eleita para o cargo de vereador tem por obrigação, além de fiscalizar as atitudes do executivo, atender aos interesses coletivo e não apenas os meus. O que me deixa triste não é saber que minha ideia não cabe na conjuntura dos fatos, já tem tempo que venci minhas paixões e minhas vaidades naturais da pouca idade. O que me deixa triste é saber que a primeira coisa que os vereadores "estudaram" não foi o valor da ideia para o meio ambiente, não foi o valor que a proposta tinha para o visual da cidade que ostenta o título de estância turística, não avaliaram ainda o benefício que isso geraria até para o empresário que quer divulgar seus produtos através dos panfletos, pois reduziria significativamente a "concorrência" de informações. O que os vereadores avaliaram foi a repercussão negativa perante potenciais eleitores ou colaboradores de sua campanha pessoal que, assolados pela cobrança de impostos mau revertidos verão a proposta como "apenas mais um imposto".

Sendo assim, vamos ter que continuar sendo obrigados a tirar papéis das fechaduras dos carros para poder entrar no veículo que é propriedade particular e passível de impostos, caros, diga-se de passagem. Continuaremos a ver com tristeza o centro da cidade suja e as coitadas das margaridas limpando e tendo que abaixar para descolar panfletos do chão.

Finalizando, um amigo meu me falou algo interessantíssimo: Passeávamos pelo seu belo jardim em um final de tarde e ele disse que como estância turística com poucos recursos naturais que temos deveríamos ter como principal atrativo "O Povo", bem educado. Aproveito aqui para incluir aqui "Os Políticos", que são os responsáveis por, pelo menos, tentar fazer a cidade e a sociedade que a compreende, melhor.
Obs*
A poluição sonora fica para outra ocasião...

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Percurso de longa distância.









Como é do conhecimento de alguns tenho uma equipe de ciclismo sediada em Assis, a MTB Assis. Composta por dez atletas nossa equipe ostenta algumas proezas interessantes: Fomos a primeira equipe de Mountain Bike a pedalar o Cânion Guartelá, que é o 3º maior cânion do mundo, localizado no estado do Paraná na região de Tibagi (166 Km pedalados); Fomos ainda a primeira equipe a alcançar o cume do morro do Taff e o Pico Agudo pedalando (80 Km duramente pedalados, até hoje o mais duro de todos); Melhor equipe colocada na Maratona dos 100 Km de Ribeirão Preto (também confirmamos um lugar individual no pódium, na categoria master, 3º lugar com nosso capitão Dr. Tony Braga. No individual, na minha categoria, fiquei em 9º lugar percorrendo 100 Km de trilhas em 4:04 Hs). Entre estas e outras conquistas satisfeitos estamos por termos, ao longo de 4 anos, solidificado amizades e conhecer lugares mágicos em cima de uma bicicleta. Com tudo isso ainda temos algumas metas e a mais próxima a ser alcançada será no dia 12 de outubro, quando faremos um percurso interessante: Sairemos aqui da minha casa com destino à cidade de Varpa, passaremos pelo horto florestal, pela fazenda dos marçons, conhecida como "os 30 alqueires", chegando em Varpa. De Varpa iremos até Borá, de lá escalaremos a serra da Bunca e chegaremos para matar a tarde vendo o por do sol no pesqueiro Dona Maria. Serão 140 Km, aproximadamente, de pedal com dificuldade moderada. Mando as fotos assim que concluirmos o percurso.



















terça-feira, 21 de setembro de 2010

Bem, tive a oportunidade de ir no sábado, dia 18-09-2010 ao Fest Rodeio. Fiquei acomodado na ala dos camarotes com meus pais, esposa, filha e amigos. As impressões em relação às pessoas que foram aos camarotes não poderiam ser melhores, pois estavam ali em sua maioria famílias e pessoas da cidade que fazem parte do nosso dia a dia. A juventude como sempre esfuziante empunhavam um cantil térmico, destes metálicos e que estão na moda, transbordando bebida destilada. Com tudo isso resolveram deixar a briga de lado.
Gostei do show do Leonardo, que embora tenha lotado o recinto o povo achou meio "paradão".
Lamentável foi a situação dos banheiros. Um evento desta magnitude, com camarotes sendo vendidos a 1.800R$, deveria oferecer NO MÍNIMO, um banheiro onde as mulheres pudessem sentar na privada. Não custaria empenhar pessoas na limpeza sistemática do banheiro durante o evento assim que uma cabine fosse utilizada. Quanto custaria isso? Quanto isso representaria para a receita e despesas do Fest Rodeio? E mais, ostentamos o título de Estância Turística, gente! O recinto merece um banheiro de alvenaria com uma latrina descente, pia com torneira inteligente, espelho para a mulherada se maquiar e outras coisinhas que para os homens são banais mas que a mulherada da valor, pô! Digam-me: onde as mulheres gostam de se encontrar para papear? E outra: eu não me importaria de ter que passar uma roleta e pagar 1 real para poder urinar em um banheiro limpo e que poderia permitir que as mulheres pudessem beber uma cervejinha sem ter que se preocupar com a vontade de ir à pocilga que estava aquilo. Vi pelo menos 3 senhoras idosas, as quais quase todos conhecemos, refugando à porta do banheiro.
Isso realmente foi lamentável...

O início do início


Vamos iniciar mais uma jornada cibernética, utilizando este espaço para divulgar idéias e situações diversas que possam contribuir com a formação de opiniões e também debater idéias relacionadas a política, esporte, lazer, saúde e outras das quais meus seguidores possam achar pertinente.

E aí, quem se arrisca?